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MUSIVUS

Ficha técnica

Próxima data: 

12/Fevereiro/2019

Local: 

Auditório Maestro Frederico de Freitas - SPAutores

Hora: 21h00

Duração: 75’

Imagens de Jaime Serôdio e Inácio Ludgero

A música de hoje na primeira e na segunda pessoa

mūsīvus, a, um, adj. musa, de ou da pertença das musas, artístico
—Como subst.: mūsīvum, i, n., = μουσεῖον, trabalho em mosaico, mosaico

O Projecto MUSIVUS regressa para um novo ciclo já no final deste mês, continuando a apresentar, num contexto informal, uma conversa aberta ao público entre um compositor e um  intérprete. Este Ciclo, tal como o primeiro, conta com quatro sessões com periodicidade bimensal, nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2019 na Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa. O projecto prevê mais três ciclos à semelhança deste primeiro já no início do próximo ano.

O tema das sessões  foca-se numa obra de  um compositor convidado que é discutida e  interpretada por um intérprete convidado. Este projecto tem como objectivo nuclear a oferta de um diálogo perspéctico entre criação e interpretação de música contemporânea de vanguarda. No final da sessão de diálogo, o instrumentista apresenta a obra que foi discutida durante a sessão.

 

Enquanto actividade promovida pela Associação Portuguesa de Compositores (APC), o projecto MUSIVUS propõe-se divulgar a música contemporânea de vanguarda, quer na sua vertente composicional, quer interpretativa, com particular enfoque na criação nacional.

 

Nesta medida, o projecto oferece a um público geral a possibilidade de contactar com a realidade íntima quer do processo de criação de música de vanguarda, quer da multiplicidade de processos performativos implicados na interpretação de obras recém criadas.

 

Lisbon Ensemble 20/21

O Lisbon Ensemble 20/21 é uma formação sem formato fixo, dedicada à música contemporânea com uma instrumentação base de sete intérpretes, um trio de cordas, flauta, clarinete e percussão, tendo sido fundado em 2003.

O Lisbon Ensemble 20/21 tem-se encontrado activo pelo país, promovendo a descentralização cultural e apostando na criação de novos públicos. A sua programação inclui obras para teatro musical, projectos electroacústicos, projectos com vídeo, música de câmara e concertos de ensemble. Tanto em tour, como enquanto ensemble convidado, o Lisbon Ensemble 20/21 já participou em diversos festivais de prestígio no contexto nacional e actuou nalgumas das salas de espectáculo mais importantes.

O Ensemble estreou-se em 2003 no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Actuou, também no Festival Música Viva em 2004. Desde 2007, foi programado fora do país, tendo como objectivos a divulgação do seu trabalho e do trabalho de compositores portugueses, particularmente em Espanha e em França.

O Lisbon Ensemble 20/21 esforça-se por atingir o mais elevado nível de autenticidade, trabalhando em estreita relação com os próprios compositores. Ao longo dos anos, já interpretou e estreou obras de diversos compositores portugueses, entre eles, Pedro Rocha, José Mesquita Lopes, José Carlos Sousa, João Quinteiro, Eduardo Patriarca, Jaime Reis, António Sousa Dias, Jorge Peixinho e Emmanuel Nunes.

OpuSpiritum Ensemble

O OpuSpiritum Ensemble é um grupo de música de câmara fundado em Janeiro de 2017, constituído por jovens músicos profissionais que têm o desejo de promover o seu trabalho num contexto de música de câmara, tendo na sua base de formação um duplo quinteto de sopros: duas flautas transversais, dois oboés, dois clarinetes, dois fagotes e duas trompas.

 

Sediado na cidade de Coimbra, o OpuSpiritum Ensemble conta com músicos de várias cidades da Região Centro do país, nomeadamente, Coimbra, Ourém, Gouveia, Pombal e Aveiro. O grupo surge devido à quase inexistência deste tipo de formação no nosso país, possibilitando a exploração de repertório já existente e usufruir de novas criações de compositores contemporâneos para a referida formação. Apesar de ser esta a sua formação base, o OpuSpiritum Ensemble pode expandir-se para formações mais alargadas, apresentar-se com solistas ou até com outro tipo de conjugações de instrumentos de sopro, cordas e/ou percussão. O OpuSpiritum Ensemble visa, ainda, explorar vários estilos de música, podendo moldar-se a diversos tipos de eventos e agradar às mais diversificadas audiências.

 

Na sua curta existência, o OpuSpiritum Ensemble realizou concertos no Teatro Loucomotiva e no Salão de São Tomás, em Coimbra, no Complexo Cultural da Levada, em Tomar, nos Antigos Paços do Concelho de Ourém e no Auditório do Mosteiro da Batalha.O OpuSpiritum Ensemble fomenta e enaltece, como princípios-chave, o espírito de trabalho e o prazer de proporcionar algo mágico e distinto ao seu público, sempre através da Música.

 

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