Contexto

Em 1992 um grupo de jovens compositores reuniu-se pela necessidade de articular entre interpretes, instituições e criadores, a produção de novas obras musicais e  com o objetivo maior de promover e defender a criação portuguesa, em particular a da música contemporânea.

 

Este projeto deu origem ao registo da Associação Portuguesa de Compositores, e à sua formalização legal, por Carlos Gomes, Filipe Carvalheiro, Nuno Vasconcelos, Paulo Pontes e Pedro Pinto Figueiredo, muitos deles ainda estudantes no Curso Superior de Composição, mas todos eles, certos da importância do momento em que participaram e cujo esforço lembramos hoje, ao reativar o projeto e redimensionando-o para todas as comunidades de compositores atuais, porque o importante continua a ser, a profissão de compositor e o acto de compor.

Orgãos

Direcção

Pedro Figueiredo

João Quinteiro

Nuno Henriques

Assembleia Geral

Emanuel Frasão

Marco Fernandes

Pedro Berardinelli

Concelho Fiscal

Jaime Reis

Paulo Pacheco

Marina Camponês

 
 

Missão e Valores

Compor é ‘apreender’. Compor é revelar. Compor é selecionar. O som selecionado, aquele que é composto, a peça em si mesma, está para além da superação e da confirmação. A peça vive face ao som original. (...) Compor é servir, e não ser servido!

Emmanuel Nunes

A recém reactivada Associação Portuguesa de Compositores (APC) tem como missão fomentar e desenvolver as condições, meios e circunstâncias necessárias à possibilidade de criação musical contemporânea. Nesta medida, independentemente de corrente estética, faixa etária, regionalismo, estatuto social, académico ou económico, a APC assume com os seus associados o compromisso de deslocar a tradição composicional no sentido do futuro, desafiando a criação musical portuguesa à elevação do pensamento composicional a um estatuto de seriedade, integridade e nível estético de referência.

 

Nesta medida, a APC propõem-se, no decorrer deste ano, a desenvolver diversos  mecanismos no sentido de apoiar e desenvolver formações dedicadas ao repertório de século XX e XXI, oferecendo resistência a qualquer forma de inércia cultural através da expansão do universo de acesso à experimentação sonora a um leque alargado de compositores, intérpretes e públicos.

 

É igualmente objectivo da APC trabalhar no sentido de desenvolver protocolos que ofereçam aos seus associados acesso, quer a condições de criação e de difusão de trabalho criativo e performativo privilegiadas, quer ao usufruto de uma diversidade enriquecedora de actividades no domínio da criação musical contemporânea. 

 

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